Depois de longo e tenebroso inverno, eis-me aqui de volta, esperando que ainda me restem leitores e que a inspiração me ajude a colocar em palavras os sentidos e sentimentos que estão povoando a minha cabeça e o meu coração atualmente.
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Sabe aquele ditado que diz "quem eu quero não me quer e quem me quer mandei embora"? Tá se encaixando na minha vida afetiva como uma luva... Seria tão mais fácil se a gente pudesse escolher gostar de quem gosta da gente.
Tá bom, eu sei que essa discussão tá super ultrapassada e que não chega nunca a lugar nenhum, mas que seria melhor, lá isso seria. Quisera eu ser capaz de retribuir o sentimento de alguém que se apaixona por mim simplesmente porque esse alguém , conceitualmente, merece. Mas eu não consigo, por mais força que eu faça e, de novo, deixei escapar um homem incrível, mas pelo qual eu não consigo nutrir sentimentos fortes o bastante pra sustentar uma relação. É uma pena, mas, o que não tem remédio, remediado está (já vi que hoje o post vai estar recheado de ditados e clichês).
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Por outro lado, caiu de pára-quedas no meu cotidiano um cara que podia continuar incógnito, como vinha sendo há anos, mas que resolveu, de repente, se esforçar pra me confundir. E o pior é que eu estou gostando disso... :P
Conheço o fulano há anos, não nego que sempre o achei um homem bonito, mas era só isso. Acontece que de uns tempos prá cá começou a aparecer uma certa "pimentinha" nos nossos escassos encontros, uns olhares um pouco mais longos começaram a ser trocados e abraços apertados passaram a ser incluídos nas despedidas.
Infelizmente não sou capaz de tomar uma atitude nem de dar uma incerta, como já me sugeriram, do tipo: "escuta, tá rolando alguma coisa entre a gente?", e sei que isso pode retardar um pouco as coisas, mas vamos ver no que dá... E se alguém tiver alguma boa sugestão pra que eu acelere esse processo em me expor demais, será muito bem vinda!
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Outra novidade: resolvi começar a me preparar pro concurso do MPRJ. Passar vai ser uma tarefa árdua, mas vai valer o esforço.
Sammy, vc voltou!!! Oba!!! Estava com saudades dos seus posts!
ResponderExcluirE já chega com aqueles questionamentos q parecem simples na teoria, mas que na prática são extremanente complexos, né?
Bom, eu nao consiguiria me declarar, nem ser direta, mas isso é o meu temperamento. Preferiria estender um pouco mais o tempo até q as certezas se confirmassem e o cara se declarasse. Às vezes os empurrãozinhos q damos resolvem nossas ansiedades mais rápido, mas nos roubam aqueles momentos gostosos da conquista velada, dos jogos e artimanhas, e das mensagens subliminares.
Eu diria: vá com calma q, se for pra ser, será! Enqto isso saboreie essa fase gostosa, sem ansiedade.
Digo o mesmo que a Danny, que eu nem conheço, mas sempre tem umas opiniões que me roubam as palavras! São sempre muito parecidas com as minhas. E ela sempre chega primeiro! Ei, Danny, isso não é reclamação ou ciúmes, não, viu? Só uma constatação de como eu me identifico com os seus “comments” e de como você é mais rápida que eu! :)
ResponderExcluirSammy, putz! Sexta eu quero TODAS as novidades! Pelo visto a coisa virou outra vez... e pra melhor! Que bom, amiga.
Sobre alguma dica para acelerar as coisas, não tenho não! Eu nunca tomei a iniciativa. Sempre sou distraída demais, insegura demais... Quando eu percebo alguma coisa (que geralmente já é óbvia pra todo mundo), eu ainda ponho a minha insegurança (que tá melhorando!) pra me ajudar a duvidar da situação e fico pensando “não, não pode ser... deve ser minha imaginação”. Mas tenho a opinião de que deixar o cara tomar a iniciativa quase mata a gente de ansiedade, mas é uma delíiiicia quando acontece. Opinião totalmente parcial, claro, já que nunca tive experiência diferente! Eu, realmente, não saberia o que dizer ou fazer <:~)
Sobre o concurso do MP, torço por você! Quando passar vai ter que fazer mais uns duzentos amigos! Se sem tempo você já é do tipo amigona, imagina você formada, ganhando bem e com a vida tranqüila?
Tive um professor no colegial que dizia que "aves de mesma plumagem andam em bandos". A maior prova disso é que eu posto uma coisa e as minhas amigas pensam da mesma maneira e ainda me ajudam a acreditar que essa seja a melhor e mais divertida forma de viver!
ResponderExcluirValeu, queridas!!! Beijo pras duas!
Oi, Marcia! Vai ser legal, um dia, trocarmos figurinhas...
ResponderExcluirAí, Sam: sugestão pra uma noite de barzinho estilo "Saia Justa"! rs
Bom, eu sou sempre a favor da abordagem direta nesses casos.
ResponderExcluirÉ razoavelmente comum existirem esses caras que dão mole, mas na hora propícia não aproveitam ou fogem. Mas se isso acontece com uma frequência que começa a ser incômoda (criando aquele clima não fode nem sai de cima), algo precisa ser feito, senão você não se desliga e não parte pra outra com a confiança de que não sobrou nada atrás pra te impedir. E isso é importante.
Eu faria assim: na próxima investida dúbia do infeliz, num momento que vocês estejam momentaneamente sozinhos, colocaria a mão no peito dele e diria:
- Cara, me conta uma coisa... tá rolando alguma coisa entre nós?
Detalhe, a pergunta tem que ser olho no olho. Isso vai fazer ele tocar finalmente no assunto. Se ele disser que sim, a mão no peito pode subir pra nuca, e é só chutar pro gol. Ou então ser irônica a ponto de dizer algo como "Então faz a coisa direito, fala o que você tá pensando no meu ouvido, e descobre logo o que eu penso sobre o assunto.".
Se ele disser que não, que você entendeu tudo errado, a mão no peito escorrega pro ombro, e você sai por cima dizendo algo como "Ah, bom, eu imaginava, mas precisava ter certeza disso. Pode continuar brincando, se quiser, que é engraçado."
Só assim que você força o cara a dar logo um passo pra frente, seja lá em que direção for.
Falando assim parece fácil, Gus.
ResponderExcluirQuem sabe depois de umas doses eu não seja até capaz? ;)
Meninas, boa a idéia da Dany. Podemos combinar alguma coisa com certeza.
Beijossss
Aves da mesma plumagem andam em bando e que bom que neste bando tem uma ave macho pra dar uma visão masculina da situação e não deixar a gente tão acomodada (só um pouquinho, ehehe)!
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